Duas ferramentas, dois trabalhos
Rede social e site não competem: fazem coisas diferentes.
A rede social é boa em manter contato com quem já te segue. Ela mostra o seu dia, cria proximidade, faz a pessoa lembrar de você.
O site é bom em ser encontrado por quem não te conhece. Quem digita no Google já decidiu que precisa do serviço, e está procurando quem faz.
A diferença que pesa
No Instagram, a pessoa está passando o tempo. Você interrompe. No Google, a pessoa está procurando. Você atende.
São dois estados mentais completamente diferentes, e o segundo converte muito mais.
Três coisas que a rede social não faz
- Não aparece no Google direito. Quem procura o seu serviço mais o nome da sua cidade não encontra um perfil, encontra sites.
- Não é seu. A regra muda, o alcance cai, a conta pode ser bloqueada por engano. Já aconteceu com muita gente, e não existe atendimento.
- Não organiza informação. Preço, horário, serviços e localização ficam espalhados em posts antigos que ninguém vai caçar.
O teste mais simples: procure no Google o nome do seu negócio mais a sua cidade. Se não aparecer nada seu nos primeiros resultados, quem está procurando não te encontra.
Quando um site passa a valer a pena
Não é uma questão de tamanho do negócio, é de tipo de cliente:
- Se o cliente procura o serviço quando precisa (conserto, advogado, dentista, reforma), o site é essencial.
- Se o cliente descobre o produto vendo (moda, artesanato, comida), a rede social trabalha mais, mas o site ainda organiza o que a rede espalha.
O melhor arranjo
Rede social para conversar com quem já te conhece. Site para ser encontrado por quem ainda não te conhece. E um levando ao outro: o perfil com o link do site, o site com o link do perfil.
Não precisa escolher. Precisa entender que cada um faz uma parte.